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by karinawcastro@gmail.com 3 years, 1 month ago

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Bom, o assunto a ser tratado aqui neste espaço vai ser inclusão, mais específicamente um estudo de caso. A princípio, ainda não tive em turmas minhas nenhum caso de aluno com necessidades educacionais especias, porém na minha escola existem vários casos e, embora não sejam meus alunos são da escola, e por este motivo considero também como meus. Assim, o meu relato inicial é sobre a minha escola e a participação de todos os profissionais que nela trabalham no processo de inclusão.
A minha escola situa-se no município de Cachoeirinha, mais específicamente na Vila Anair, lá o público sempre foi diferenciado, e no que diz respeito ao acesso de crianças de inclusão, teve e têm a única postura que, acredito, seja a mais coerente numa instituíção de ensino pública que tem como prática pedagógica a adoção de um modelo pedagógico pautado no respeito à diversidade humana, na aceitação das diferenças individuais e equiparação de oportunidades. Assim, todos nós, estando ou não em sala com um aluno de inclusão, fazemos parte do processo de incluir este sujeito no ambiente escolar. Para tanto as reuniões de planejamento entre o coletivo de professores são de extrema importância, promovendo a troca entre pares, possibilitando assim a discussão no grande grupo, no sentido de implementar ações para melhor resolver as dificuldades enfrentadas no processo de inclusão.
RELATO DE UM CASO
A aluna em questão tem síndrome de down, e foi para a nossa escola devido as recusas de outras da rede em recebê-la. Ingressou, conforme a sua idade, em uma turma de 2º ano, classe de alfabetização.
A mãe da menina, devido ao seu problema, sempre a mimou demais portanto, sendo bem curta e grossa, estragou ela. Pâmela, como irei chamá-la para preservar sua identidade, devido aos mimos da mãe era uma menina sem limites e completamente egocêntrica. Quando alguém a contrariava, fugia, esperneava, ou até mesmo batia em seus colegas. Neste caso, o ambiente escolar, a firmeza dos professores, em tratá-la como os outros alunos e não como uma doente, e o convívio com os colegas na escola regular, trouxe benefícios muito significativos, tanto para a aluna em questão, quanto para os outros coleguinhas e professores que juntos, aprendendo e participando, conviveram e ainda convivem com as diferenças, sem nenhuma espécie de discriminação.
No entanto, para se chegar a este fim, foi um longo caminho de conscientização entre alunos, professores e comunidade escolar, já que a ignorância e o não esclarecimento sobre esta síndrome causava estranheza e olhares curiosos que seguiam Pâmela pelo pátio da escola.
Assim, através da literatura, buscou-se o meio para trabalhar com pais e alunos as "diferenças".
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Comments (2)
fernanda.pead@... said
at 11:26 am on Apr 22, 2009
Olá, Karina!
Iniciaste teu dossiê com considerações muito pertinentes. Sobre o relato de caso, pergunto-te: Como o convívio na escola com outros colegas pode ter contribuído para o desenvolvimento de Pâmela? Como a escola trabalhou o processo de inclusão desta menina?
Para dar seguimento ao dossiê, sugiro conferir as orientações da unidade dois. No seu wiki pessoal, poderias criar um link no sidebar para o novo pbwiki.
Abraços e bom trabalho! Fernanda.
fernanda.pead@... said
at 7:17 pm on Jun 5, 2009
Boa noite, Karina!
Estou aguardando suas postagens referentes às unidades 2 à 5.
Estás precisando de alguma ajuda? Sempre que precisar podes enviar e-mail.
Um abraço,
Fernanda
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